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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

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O Polar Post Crossing está em alta.
Eu já recebi o meu postal. 
Angela, gostei muito.
Até já tirei a foto para a Pólo postar e tudo mas não tenho o cabo de dados comigo...

A leitura está a espera de uma ida ao oftalmologista pelo que vai muito mais devagarinho.
O trabalho tem dado que pensar.
O exercicio está em standby pois andamos na demanda da casa nova.
As férias deste ano já estão totalmente queimadas mas serviram para tratar das prendas de natal (fazer, que não há guito para comprar).
Tenho cozinhado imenso.
Isto anda uma animação só.

Gosto muito
Feliz Natal
Beijo
busycat + 1 com gato

domingo, 18 de dezembro de 2011

N'a Dica desta semana

Carta Dominante: Cavaleiro de Ouros, que significa Pessoa Útil, Maturidade.
Eu até tento ser útil e matura mas há dias complicados...
Amor: A pessoa com quem sonhava há algum tempo poderá surgir inesperadamente.
Ele que se despache que já é domingo e eu  vou andar super ocupada esta semana.
Saúde: O seu nível de cansaço encontra-se elevado. Descanse.
Dormir 3 horas é coisa para não chegar mas quem corre por gosto não cansa.
Dinheiro: Período favorável para novos negócios.
Era bem bom se pegasse. Ver Coldplay sem restrições!!!
Números da Sorte: 1,5,7,11,33,39.
Eu não jogo mas se algum taurino quiser aproveitar ainda pode jogar no euromilhões de 3a feira.

beijo
busycat

terça-feira, 17 de maio de 2011

Páscoa é quando uma mulher quiser

De páscoa a páscoa este ano foi assim:



Não foi mau...

beijo
busycat

ps: vai uma pessoa caminhar por Coimbra num domingo de maio ciente da iminência de uma (normalmente) terrífica feira do livro (monetariamente falando) e decide (por falta de verba) nem se aproximar da Praça da República (local habitual da referida feira) quando descobre que a desgraçada está no parque verde (destino dessa caminhada de domingo). Xiça!

terça-feira, 1 de março de 2011

Benfiquismo à Benfica

Acabei de ler ''A Chama Imensa'' de Ricardo Araújo Pereira e como benfiquista fraquinha que era posso assegurar que é livro para convencer uns quantos a mudar de clube (para o Benfica obviamente).
Eu que não leio jornais desportivos e que achava que futebol eram 90 minutos (mais coisa menos coisa) em que a bola andava lá pelo relvado fiquei a saber muito mais sobre futebol, fora do relvado. Ele é túneis, cestos de fruta, rebuçadinhos para dormir, viagens ao Brasil e toda uma panóplia de coisas, sempre fundamentadas e escritas com a isenção própria de um benfiquista. Foram 295 páginas de boa disposição lidas nas escadas (porque ainda não foi encontrado um novo spot de leitura).


                                                                                                  Pode-se ler na contra-capa: ''Tenho um amigo (cuja identidade não revelarei, para lhe poupar a vergonha pública) que me disse, há dias, a idiotice que se segue: «Eu sou benfiquista mas sei ver as coisas.» Trata-se, como o leitor já terá percebido, de uma besta. Ou bem que se é adepto, ou bem que se sabe ver bem as coisas. Não quero estar para aqui a gabar-me mas eu não sei ver coisa nenhuma. Se é para ser adulto e ponderado dedico-me à química analítica. O futebol não é para isso.''
Se isto não é razão suficiente para ir já a correr a uma livraria comprar
o livro não sei que mais faltará. (ainda tem 10 minutos)

beijo
busycat

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Quantas contas feitas, quantas contas por fazer, quantas contas vêm a ser?

Numa tentativa de voltar à relativa felicidade anterior, sendo neste momento a busycat x serei dentro de um mês a busycat x-5. *

As Intermitências da Morte de José Saramago Dezanove Minutos de Jodi Picoult Um homem com sorte de Nicholas Sparks Amor em Tempos de Cólera de Gabriel García Márquez O Leitor de Bernhard Schlink A Dama das Camélias de Alexandre Dumas, filho Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco Crepúsculo de Stephenie Meyer Lua Nova de Stephenie Meyer A Pipoca Mais Doce,o livro de Ana Garcia Martins Doida Não e Não! de Manuela Gonzaga Eclipse de Stephenie Meyer A Solidão dos Números Primos de Paolo Giordano A Ameaça de Ken Follett Amanhecer de Stephenie Meyer Se me pudesses ver agora de Cecelia Ahern a cidade dos deuses selvagens de Isabel Allende Maré de Azar de Mark Mills A Viagem do Elefante de José Saramago As Novas Crónicas da Boca do Inferno de RAP A Jangada de Pedra de José Saramago Um lugar chamado aqui de Cecelia Ahern Querido Gabriel de Halfdan W. Freihow Invisivel de Paul Auster A Casa dos Espiritos de Isabel Allende Frágil de Jodi Picoult Nómada de Stephenie Meyer Baunilha e Chocolate de Sveva Casati Modignani

10000 pag de Páscoa a Páscoa. Apesar de alguns menos agradáveis no fundo foram uma optima companhia.

Falta um mês para o Estoril Open...

but, who's counting.

beijo

busycat

* x medido em kg

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A minha passagem preferida

do livro que acabei de ler.
"Quando se deixa cair um copo ou um prato ao chão provoca-se um estrondo de estilhaços. Quando o vidro de uma janela se quebra, a perna de uma mesa se parte, ou quando um quadro cai da parede faz barulho. Mas quando o vosso coraçao se parte, isso acontece no mais absoluto silêncio. Podem pensar que, como é uma coisa muito importante, talvez devesse provocar o barulho mais sonoro jamais ouvido, ou então até devia fazer um ruído qualquer cerimonioso, como o gongo de um címbalo ou o toque de uma campainha. Mas é silencioso, e vocês quase desejam que houvesse um barulho qualquer que vos distraísse da dor que sentem.
Se há algum barulho, ele é interno. Grita e ninguém consegue ouvi-lo excepto vocês. Grita tão alto que os vossos ouvidos retinem e a cabeça vos dói. Fustiga-vos violentamente o peito como um grande tubarão branco apanhado no mar; ruge como uma mãe ursa cuja cria lhe tivesse sido tirada. É isso que parece e é assim que soa, uma grande fera que se debate em pânico por se sentir presa, bramindo como um prisioneiro que quer gritar o que sente. Mas o amor é assim; ninguém está a salvo. É tão brutal quanto isso, tão lancinante como uma ferida aberta na carne e exposta à água salgada do mar, mas quando se quebra mesmo, fá-lo em silêncio. Vocês só gritam para dentro, e ninguém consegue ouvir-vos."

Gostei.

beijo
busycat

(retirado de "Se me pudesses ver agora" de Cecelia Ahern págs 230 e 231.)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

I, agora já podes.

:(, acabou.

beijo
busycat

sábado, 29 de agosto de 2009

ps

Já acabei de ler A ameaça e comecei a ler o Amanhecer.
I, daqui a uns dias já podes contar o final:)

beijo
busycat

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Lidos

O problema destes livros é so um. Acabam. E porque é que acabam? Porque não se consegue largá-los nem por decreto. É por isto que eu não leio na cama. Enquanto não acabar não durmo e depois de ler estou tão acordada e embrenhada na histótia que também não durmo. É um autêntico dilema e sinceramente não percebo como houve pessoas a esperar meses até sair o 4º e último livro. Eu vou ter de esperar 15 dias e já me estou a coçar de ansiedade (se bem que a minha irmã já se desbroncou um bocado).
Era suposto demorar 2 semanitas a ler as 600 páginas mas não deu.

beijo
busycat

Ontem eram as 2h e sono nem vê-lo.

sábado, 20 de junho de 2009

As leituras pertinentes

No mesmo dia em que li a Pips li n' A Dama das Camélias de Alexandre Dumas , filho, o seguinte:

Por muito que se ame uma mulher, por muita confiança que se tenha nela, por muita certeza quanto ao futuro que nos dê o seu passado, é-se sempre mais ou menos ciumento. Se já esteve apaixonado, apaixonado a sério, deve ter sentido essa necessidade de isolar do mundo o ser no qual desejaria viver por inteiro. Parece que, por muito indiferente que seja ao que a rodeia, a mulher amada perde perfume e unidade em contacto com os homens e as coisas. Eu sentia isso mais do que qualquer outro*.

Ainda não sei se ela já leu o livro mas o texto pareceu adequar-se tanto aquele desabafo que não resisti a postá-lo.

beijo
busycat

*pág. 126 livros de bolso europa-américa, 2a edição

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Amor em Tempos de Cólera

Este post sobre este livro de Gabriel García Márquez vai ter um spoiler por isso se tencionarem ler o livro não continuem a ler, obrigado.

Este livro é tão bom e está tão bem escrito e tem tantas frases boas que não consegui reter nenhuma. Teria de reler o livro todo e sublinhar mais de metade das páginas tal é a cadência de boas ideias que o compõe.
É amor do mais puro e duro descrito, e interpretado ao longo de mais de 50 anos de duas personagens no mínimo apaixonantes que são Fermina Daza e Florentino Ariza... São relatos tragico-cómicos das venturas e desventuras amorosas destes dois e daqueles com quem se cruzaram. O livro começa com uma morte, para mim especial, que depois nos remete para 51 anos 9 meses e 4 dias antes acabando 53 anos 11 meses e 2 dias depois dessa data num estado tal de felicidade que nos faz acreditar que é possivel esperar para ser feliz.
Há livros e livros e nos últimos tempos li alguns bastante pertinentes. Tenha andado a pensar se será assim tão dificil arranjar um rapaz que goste de ler, ver tv mas também de ir a disco, mas depois deste livro sei que posso esperar. Afinal eles só demoraram cinquenta e tres anos, onze meses e dois dias ao longo de 371 pág para terem finalmente a vida toda para eles.



beijo
busycat

sábado, 9 de maio de 2009

Apetites

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Para quem perde a fome quando está apaixonado aqui fica uma boa tradução da sensação de saciedade:
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«Grande parte da linguagem do amor era assim: devorávamos alguém com os olhos, bebíamos a sua imagem, engolíamo-lo inteiro. O amor era sustento, digerido e a correr-nos nas veias.»*
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P
beijo
busycat
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*retirado de Dezanove Minutos, Jodi Picoult, pág. 209.

Pessimismo

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Encontrei isto no último livro que li*:
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«Toda a gente sabia que se dividíssemos realidade pela expectativa, obtínhamos um quociente de felicidade. Mas quando invertíamos a equação - a expectativa dividida pela realidade - não obtínhamos o oposto da felicidade. O que obtínhamos, apercebeu-se Lewis, era a esperança.
Pura lógica: considerando que a realidade é uma constante, a expectativa tinha de ser maior do que a realidade para criar optimismo. Por outro lado, um pessimista era uma pessoa cujas expectativas eram menores que a realidade, uma fracção de rendimentos decrescentes. A condição humana implicava que este número se aproximasse do zero sem nunca o alcançar - nunca chegávamos a perder completamente a esperança; podia ressurgir a qualquer momento.»
Pelos vistos até nos pessimistas:)
P
beijo
busycat
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* Dezanove Minutos, Jodi Picoult, Civilização Editora, pág. 159.