sábado, 16 de fevereiro de 2013
Quando eu for crescida
domingo, 10 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Entretanto
Get out
sábado, 7 de abril de 2012
Para efeitos estatísticos
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Muito bom
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Que fazer?
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Barcelona Survivor
Barcelona foi um acidente de percurso, dos melhores acidentes que já tive.
Desde ida por 6 euros (sendo a Ryanair a principal impulsionadora da realização desta viagem) a alojamento na Rambla (quase no colo do Colombo) por pouco mais de 150euros (com notórias insuficiências).
Por muito planeamento que se faça para uma viagem deste género (4 dias, 3 noites só eu e a mana) nunca se está totalmente preparado para o que se vai encontrar por lá. Por ordem cronológica.
Primeira dificuldade: o catalão. Esquece lá isso... Ainda que eu não soubesse responder, ao menos o castelhano eu percebia (se dito devagar ou escrito) já o catalão só com tradutor! Por isso toca de falar inglês para toda a gente se entender.
Segunda dificuldade: passar à frente de qualquer sitio com comida e não ser abordada por menus encostados ao nariz (eu, a mana e as tapas não chegámos a ser apresentados).
Terceira dificuldade: tomar um banho decente com água sem pressão.
Quarta dificuldade: lavar os dentes sem cuspir os pés tal era o tamanho (reduzidérrimo) do lavatório.
Quinta dificuldade: adormecer em colchões tão finos (quase de campismo) que dava para contar as travessas do estrado com as omoplatas.
Sexta dificuldade: abstrair do homem nu (integral) à beira do porto velho.
Sétima dificuldade: perceber que ir a Barcelona ver monumentos não é diferente de ver Barcelona habitacional. Basicamente as pessoas moram em autênticos monumentos e não há guia turistico que nos prepare para este tipo de achado.
Oitava dificuldade: andar 11 horas de bus turistic e não apanhar um escaldão com direito a marca dos óculos de sol e tudo.
Nona dificuldade: achar que a praça da fruta é um bom mercado depois de ter passado por um La Boqueria ou um mercado em Sarriá.
Décima dificuldade: abstrair do homem nu (integral) no meio da multidão perto do porto velho (sim, vimos 2).
Décima primeira dificuldade: vir embora.
Posto isto, adorei.
A viagem de avião (com turbulência e mini poços de ar e tudo) (até a mana gostou e ela estava com medo); o ambiente da Rambla; o bus turistic e a possibilidade de ouvir em português a historia dos sítios por onde íamos passando; a enormidade que é Camp Nou; a espectularidade que é Montjuic; as vistas surpreendentes sobre a cidade; o Museu Picasso (é ver Picasso passar de pintar meninas a brincar para senhoras seminuas quando foi para Paris (gandas malucos) ou escolher uma cor e fazer o quadro todo (literalmente) com essa cor); Gaudi e o seu pancadão pelos ''retalhos de cerâmica''; as igrejas (qual delas a mais gira); a Sagrada Familia (onde não tentei sequer entrar pela quantidade exorbitante de pessoas na fila); a Manzana de la Discórdia; as praias; Barceloneta e a melhor padaria/pastelaria (Baluard); o sr marroquino do minimercado que disse ''álou'' pelo menos 8 vezes quando era obvio à 3a que não estava ninguem do outro lado; a cena de pancadaria em slow motion a que assistimos logo à chegada (com direito a camisa rasgada e sangue); as milhentas motas e bicicletas.
domingo, 23 de maio de 2010
Extras
terça-feira, 18 de maio de 2010
E agora o que importa realmente*
domingo, 16 de maio de 2010
Fotos do coração
continuando*
quarta-feira, 12 de maio de 2010
E foi assim uma espécie de lusco fusco
to be continued...
terça-feira, 11 de maio de 2010
Warning coiso
quinta-feira, 6 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
No news is basically no news
Eu sei que ontem deu o Barcelona-Inter (não esquecer de cuscar o estádio).
Eu sei que domingo há um Porto-Benfica (André acho bem que não vás ao jogo, perdemos o único que viste!).
Mas neste momento estou mais num Estoril Open mood (uma semana, só falta uma semana!!).
beijo
busycat
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Paris: je t'aime
Louvre*O meu colega RF foi a Paris. Uma semana. Voo a preço da chuva (e como ela tem caído). Estadia à borla. Entrada em todos os museus sem pagar ou a metade do preço (pela idade inferior a 26). Acho que melhor só com guia incluído...
Desde que voltou tem sido só rir, pena que temos muito trabalho e não dá para contar tudo direitinho, mas eu sou (muito) paciente. Aguardam-se os vídeos e as fotos (só 900).
domingo, 14 de dezembro de 2008
Deolinda ou uma das noites mais bem passadas no TAGV
sábado, 18 de outubro de 2008
Londres 29-9 a 3-10
Um brinde ao Oyster (o passe para metro e autocarro), um brinde ao metro (o nosso tube) que nos proporcionou boas viagens até aos mais variados destinos na maioria bem acompanhadas, um brinde á estação mais perto do nosso hotel (queensway) que tinha a Estelle á nossa espera, um brinde ás nossas intermináveis caminhadas, um brinde ás minha sapatilhas que me permitiram fazê-las sem grande incómodo, brinde para as sapatilhas das pips que nos fizeram a vida negra (mais os pés dela), um grande brinde ao nosso quarto que era minúsculo mas tinha casa de banho (onde o descanso era institivo), um brinde ao meu itinerário e guia American Express que falhou em quase tudo, um brinde ao mapa da Pips que nos salvou de vir a pé até Portugal á procura de qualquer coisa que procurássemos (eu e o meu sentido de orientação desligado) e um brinde ao primeiro almoço ás 3 da tarde.
Um brinde á construção típica de Londres (que também fazia parte do meu imaginário), um brinde aos parques da cidade que são dignos de nota (andámos pelo Hyde, pelo St. James, pelo Reagent's e pelo Green Park e ainda pelos Kensington Gardens), um brinde aos esquilos que por lá andam e não têm medo nenhum de nós, um brinde ás igrejas que são mesmo imponentes (a Westminster Abbey, a St Paul's Cathedral, a Southwark Cathedral que tocava ás 7e meia da noite, entre outras que nem sabemos o nome e a St Paul's Church em Covent Garden onde encontrámos os bancos mais adoráveis.
Um brinde aos museus e galerias de arte, um brinde á National Gallery onde vimos 700 anos de pintura, ao British Museum onde vimos mais de 15 múmias e outros milhares de coisas originais, oriundas de todo o globo, ao Science Museum onde vimos: the science and art of medicine, veterinary history, glimpses of medical history e psychology: mind your head, onde só faltou ver mais 41 salas,
(Mapa do Museu da Ciência)
(Clicar na imagem para a ver maior)
ao Natural History Museum onde vimos The Power Within (sismos e afins), os Dinossaurs e a Human Biology disto:
(Mapa do Museu da Historia Natural)
(Clicar na imagem para a ver maior)
Um brinde ao Madame Tussaud's, onde passei uma manhã muito bem passada com as celebridades do momento e não só, um brinde ao Sherlock Holmes e á sua casa tão igual a si mesma (fictícia), um brinde ao melhor croissant que eu já comi, a caminho do metro de Edgware Road (isso ou a fome com que eu já estava), um brinde ao Shakespeare's Globe Theatre tão diferente e tão igual, um brinde á University College of London o único sitio onde não me senti mal vestida, um brinde á British Library que ao pé de St Pancras foi uma desilusão, um brinde ao London Eye onde concluí que pelas pessoas certas faço tudo, até ultrapasso medos enraizados, um brinde ao Nelson rodeado por leões em Trafalgar Square, um brinde a Eros no final da Piccadilly e os seus ecrãns gigantes (can hardly wait to go to NY) e um grande brinde a Chinatown.
Um brinde ao Big Ben que está em todo o lado, um brinde ao Buckingham Palace e ao render da guarda com toda a sua pompa e circunstância, um brinde á Tower of London que completou todo o meu imaginário em relação aos livros que li e leio sobre reis e rainhas ingleses, um brinde ás pontes que ligam as margens do Tamisa, nenhuma das quais abriu para deixar um barco passar e ainda um brinde ás lojas e mercados que visitei (o Harrods, o Harvey Nichols, o Hamleys, o Selfridges, o Mercado de Covent Garden, Lojas de Portobello Road, Lojas de Carnaby Street e Livrarias por todo o lado procurando algo em particular).
Um brinde aos pasteis de nata no Rappalo's em Londres, e ao José o manager tuga desse rest. em Victoria Station e as suas também tugas colaboradoras que lhe chamam a atenção dizendo: ''Oh josé. Vai lá que a chinesa quer comer!'' Foi um fim em grande para um sonho.
Por tudo isto e muito mais que não tenho palavras para descrever brindemos á nossa/a minha primeira incursão num sonho.
*que cheirou os liquidos inferiores a 100ml que nos permitiam levar e viu as meias da pips...
E porque há coisas que merecem muito mais que um brinde fica o sentidíssimo obrigado á Amiga Pips pela paciência, atenção, incentivo, paciência, tolerância, boa vontade, paciência, perspicácia, mapa, guarda chuva, paciência, amizade, companheirismo e já disse paciência?
beijo
busycat





