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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Quando eu for crescida

Quando era mais nova (tadinha) achava que por esta altura (quase nos 30) estaria casada e com filhos em casa própria ou a caminho disso. Pelos 25 anos percebi que não dava para casar sem marido, ser mãe solteira não era a minha cena e ter casa própria era para cima de difícil. Quando aceitei que ia ser solteira e gorda em casa alugada decidi mudar a única coisa que dependia exclusivamente de mim e aos 28 emagreci. Agora moro com o meu namorado, um rapaz querido que conheci há um ano e com o qual namoro há pouco mais de 10 meses... Nem tive tempo de imaginar isto!

Adoro
beijo
busycat

domingo, 10 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Entretanto

Lá em casa já toda a gente sabe do namorado (que não vão conhecer para já que isto é para aproveitar em sossego), a mana já o conhece (porque esteve cá uma semana), a Pips já o conhece porque fomos passar a tarde deste sábado com ela a Aveiro (as saudades que eu já tinha de estar com ela :)), tive o meu primeiro jantar de aniversário com mais de 4 amigos (eramos 7 e um é mais do que amigo), vi filmes (alguns do princípio ao fim), joguei jogos de arcada no pc, fui passear e ver as estrelas (acompanhada), fui ver Coldplay ao Porto (com a N e adorei), cozinhei para ele, ele cozinhou para mim, mimámos ambos o Simão, etc.

beijo
busycat

(por causa da chuva e da distribuição de capas aos espectadores do relvado
a separação de zonas parecia quase um smile)

Get out

Descobri que há coisas (muitas) que não são de conhecimento geral.

Convém frisar que uma rapariga desemparelhada ouve constantemente frases como:

''Tens de sair mais, ver pessoas.''
e

''Não é em casa que vais conhecer pessoas. ''

Tem alguma piada (cósmica) quando o nosso par nos aparece literalmente à porta de casa. Tem piada que não fume e não beba (como eu), que goste de cozinhar (comida que eu gosto de comer e goste da minha comida também), que goste de filmes e séries (como eu), que goste de ouvir música sempre que está em casa (como eu).
Tem piada que seja o nosso vizinho de cima  de à três anos para cá (que eu só tinha visto uma vez) e que por isso possa dormir com ele e arranjar-me em casa para ir trabalhar de manhã!

São coisas (boas) que acontecem.

Adoro-o

beijo
busycat

sábado, 7 de abril de 2012

Para efeitos estatísticos

O compromisso já estava firmado. Na noite de 2 para 3 só veio o título.

3 de Abril de 2012

Um bom dia de um grande ano.

beijo
busycat

ps: e agora também já há partilha familiar. Tão crescidos!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Muito bom

Em mil e um anos de blogger nunca adicionei uma aplicação de «controlo» de visitas porque tenho a noção da minha insignificância e sempre achei justo, não sabendo (vocês) quem eu sou, que eu não soubesse quem eram (ou não eram) as visitas. Mas agora com estas modernizações do blogger tenho acesso a (uma espécie de) estatísticas e qual não é o meu espanto quando reparo que alguém pesquisou ''beijo estoril open'' e deu de caras não só com o blog como com o ''giraço da fila de baixo''.

beijo
busycat

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Que fazer?

Quando uma pessoa é propensa a tendinites e encontra um desporto que a preenche mas exacerba as ditas.

Começa com um aquecimento decente, compra pés elasticos (para usar nas aulas multiplas) e ibuprofeno para as agudizações.

Siga.

Ténis rula

Beijo
busycat 

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Barcelona Survivor

Viajar em companhias low cost é sempre um risco mas ter uma viagem em low cost e alojamento em afordable cost é uma autentica aventura...
Barcelona foi um acidente de percurso, dos melhores acidentes que já tive.
Desde ida por 6 euros (sendo a Ryanair a principal impulsionadora da realização desta viagem) a alojamento na Rambla (quase no colo do Colombo) por pouco mais de 150euros (com notórias insuficiências).
Por muito planeamento que se faça para uma viagem deste género (4 dias, 3 noites só eu e a mana) nunca se está totalmente preparado para o que se vai encontrar por lá. Por ordem cronológica.
Primeira dificuldade: o catalão. Esquece lá isso... Ainda que eu não soubesse responder, ao menos o castelhano eu percebia (se dito devagar ou escrito) já o catalão só com tradutor! Por isso toca de falar inglês para toda a gente se entender.
Segunda dificuldade: passar à frente de qualquer sitio com comida e não ser abordada por menus encostados ao nariz (eu, a mana e as tapas não chegámos a ser apresentados).
Terceira dificuldade: tomar um banho decente com água sem pressão.
Quarta dificuldade: lavar os dentes sem cuspir os pés tal era o tamanho (reduzidérrimo) do lavatório.
Quinta dificuldade: adormecer em colchões tão finos (quase de campismo) que dava para contar as travessas do estrado com as omoplatas.
Sexta dificuldade: abstrair do homem nu (integral) à beira do porto velho.
Sétima dificuldade: perceber que ir a Barcelona ver monumentos não é diferente de ver Barcelona habitacional. Basicamente as pessoas moram em autênticos monumentos e não há guia turistico que nos prepare para este tipo de achado.
Oitava dificuldade: andar 11 horas de bus turistic e não apanhar um escaldão com direito a marca dos óculos de sol e tudo.
Nona dificuldade: achar que a praça da fruta é um bom mercado depois de ter passado por um La Boqueria ou um mercado em Sarriá.
Décima dificuldade: abstrair do homem nu (integral) no meio da multidão perto do porto velho (sim, vimos 2).
Décima primeira dificuldade: vir embora.
Posto isto, adorei.
A viagem de avião (com turbulência e mini poços de ar e tudo) (até a mana gostou e ela estava com medo); o ambiente da Rambla; o bus turistic e a possibilidade de ouvir em português a historia dos sítios por onde íamos passando; a enormidade que é Camp Nou; a espectularidade que é Montjuic; as vistas surpreendentes sobre a cidade; o Museu Picasso (é ver Picasso passar de pintar meninas a brincar para senhoras seminuas quando foi para Paris (gandas malucos) ou escolher uma cor e fazer o quadro todo (literalmente) com essa cor); Gaudi e o seu pancadão pelos ''retalhos de cerâmica''; as igrejas (qual delas a mais gira); a Sagrada Familia (onde não tentei sequer entrar pela quantidade exorbitante de pessoas na fila); a Manzana de la Discórdia; as praias; Barceloneta e a melhor padaria/pastelaria (Baluard); o sr marroquino do minimercado que disse ''álou'' pelo menos 8 vezes quando era obvio à 3a que não estava ninguem do outro lado; a cena de pancadaria em slow motion a que assistimos logo à chegada (com direito a camisa rasgada e sangue); as milhentas motas e bicicletas.

A vista do nosso quarto


Eu e a mana no Maremagnum


A Pastelaria


Gaudi e os cacos


La Boqueria (uma das muitas fotos)


Vista do teleférico (último dia 13:15h)


Aeroporto (o regresso 18:20h)


E depois de tanto gozar que íamos tomar banho com um jacto de água normal e que podiamos secar o cabelo com secador e que tinhamos televisão, diz-me a minha mãe que ficámos sem Saramago. Triste noticia para fim de férias...

beijo
busycat

domingo, 23 de maio de 2010

Extras

Lindo, lindo era um dos senhores da rede.
Nem todos os srs das vassouras tinham jeito para varrer.
Num dos dias houve uma espécie de flashmob mas foi fraquinha.
Os apanha bolas têm muito que fazer mas estar àquela distância do jogo deve ser muito fixe.
Alguns ''pedras'' estavam quase a dormir no assento e demoravam uma eternidade a assinalar os foras.
Só agora percebi porque se ouve tudo o que se diz no campo. Havia um monte de microfones. (6 ao pé dos juízes de linha, 2 ao lado do árbitro e ainda um mesmo ao pé da rede).

Para os mais distraídos, continuo a falar do Estoril Open, mas é que hoje comecei a ver Roland Garros e as memórias andaram aqui a pairar...

Acho que é tudo
beijo
busycat

terça-feira, 18 de maio de 2010

E agora o que importa realmente*

Vi muito ténis. Muita quantidade. Alguma qualidade mas vi mesmo muito ténis (em 4 dias vi à volta de 16h de ténis**). Não vi tantos ases como esperava ver (o desaire do Federer na meia final também contribuiu). Vi uns belos de uns amorties, aliás elegi Anastasija Sevastova a rainha dos amorties. A sério, não só caíam mesmo ao pé da tela como ainda vinham com spinning e mal batiam no chão era adeus até um dia. Vi muitos winners. Vi serviços mais rápidos do que o meu carro alguma vez andará (e o meu carro tem 110 cavalos!!!). O mais rápido que me lembro rondava os 220km/h. Vi muitos falhanços. Muitos primeiros serviços desastrosos. Num deles a bola ficou presa na rede! Vi muitas bolas na linha o que me deixava sempre na dúvida mas se o árbitro diz que é x é x... Vi jogadas estonteantes de tão espectaculares mas também vi jogadas fraquinhas, fraquinhas, de meter dó. Nem todos os jogos foram abonados pelo bom tempo mas isso não se reflectiu quase nada no público. O mesmo não se pode dizer dos jogadores (e ainda dizem que a fotossintese é só nas plantas). Vi muitas corridas sem meta, vi muitas derrapagens e vi bolas que nem de patins... Vi (/ouvi) o público contente, entusiasmado, zangado, desesperado, a apoiar, a apupar mas acima de tudo a sentir cada pancada como se fosse de cada um.

beijo
busycat

*a mim.
** Vi S. Peng vs A. Medina Garrigues e depois Frederico Gil vs Santiago Giraldo e ainda Rui Machado vs M. Pryzsiezny; A. Sevastova vs S. Peng e Parra Santonja vs Sorana Cirstea e depois Roger Federer vs A. Clement e Frederico Gil vs Rui Machado; A. Montanes vs Roger Federer; Lopez/Marrero vs Pablo Cuevas/Granollers e depois A. Montanes vs Frederico Gil

PS: Eu sempre achei que os jogos em terra batida eram os mais ''sexys'' , mas nada como ir ver um jogo ao vivo para tirar qualquer dúvida, só falta ver um jogo em piso duro ao vivo para comparar.

domingo, 16 de maio de 2010

Fotos do coração



Ó pra mim no Estoril Open.




O giro da fila de baixo                       O chatissimo













O campionissimo





Nós
os
30



Rui Machado

Frederico Gil

beijo
busycat

continuando*

*peço desculpa pela repetição (apesar do aviso) mas acho que ninguém está realmente interessado no que eu achei do Estoril Open e aqui quem não quer não lê, a mim serve-me de escape e escuso de sobrecarregar as pessoas que perguntam como foram as férias. Posto isto...

Gostei dos jogos. Até dos jogos femininos eu gostei. (e eu não costumo ver nem conheço as tenistas, já o T (vá-se lá perceber porquê) adora ténis feminino).

Gostei do ambiente no court, dos gritos de incentivo, das palmas de antecipação, das respostas condicionadas pelas jogadas. Lá vivi ténis.

Adorei ver o Federer, não só por ser o ''campioníssimo®'', mas por toda a envolvência criada no court.

Adorei o jogo Rui Machado vs Frederico Gil nos quartos de final. Não conhecendo bem nenhum dos tenistas (só os sabia distinguir) era-me completamente indiferente quem passava mas foi um jogão.

Ía flipando na final, se roesse as unhas tinha chegado ao sabugo tal foi o nível de stress atingido. Confesso que acreditei na vitória de Frederico Gil ainda antes do 3-0 no terceiro set mas o Montanes foi o justo vencedor.

Gostei das vistas. É que havia para todos os gostos, até o chatissimo (o ''aeromoço'' da porta 7) tinha o seu quê...

Tirei fotos (não foram muitas) mas as melhores não estão no cartão mas gravadas na retina.

Em suma, espero repetir!

beijo
busycat

quarta-feira, 12 de maio de 2010

E foi assim uma espécie de lusco fusco

Fui só 4 dias. Mas foram 4 dias muito intensos.
Gostei que o T. tivesse ido à mesma hora que eu e assim não precisei de saber o caminho para o monte (da Caparica) onde ele mora.
Gostei que o tempo na 4a ainda tenha dado para dar um pulinho ao miradouro do Olho de Boi e uma visita ao Parque da Paz.
Gostei que os colegas de casa não se tenham importado que eu fosse lá dormir.
Gostei de os conhecer (e basicamente foi so isto, porque sendo ambos estudantes nunca mais os vi).
Gostei que a Dona G. tenha deixado o ''meu'' quarto munido de tapete e candeeiro (de cabeceira) por eu estar lá a pernoitar.
Gostei das séries (principalmente Glee) e filmes (Up, altamente e Lua Nova HD entre outros) que vimos, dos cafés (que ele tomou na minha companhia, uma vez que eu não bebo café) a que fomos, do jantar logo ali no Fórum porque não somos de mariquices e da paciência, das resmas de paciência que eu sei que é preciso para lidar comigo.
Gostei de revisitar a estação do Pragal (que não é no Pragal) e apanhar o esquim da fertagus para Entrecampos e daí haver um bus da Vimeca só para ir para o Estoril Open.
Gostei que houvessem autocarros de dois em dois minutos da paragem da Vimeca no Jamor para junto dos courts (e do condutor do autocarro gostei ainda mais).
Gostei da ''generosidade'' vigente. Fez-me impressão que pessoas tão ''bem vestidas'' andassem atrás de um chapéu de palha só porque era oferta (nota: já tinham um em cada mão).
Gostei das bifanas (a pizza tinha massa mais fina que pão pita e o hamburger era salgado como o raio). No sábado por pouco não dizia: eu sou tão fashion que saí de casa só para almoçar no Estoril Open... Afinal lá houveram jogos às 17h.



to be continued...

terça-feira, 11 de maio de 2010

O que me fica mesmo bem...

é a felicidade. É que até estou mais magra. Gosto muito.

beijo
busycat

Warning coiso

Serve o presente post para avisar os leitores e possíveis transeuntes que os próximos posts serão sobre ou estarão fortemente relacionados com o Estoril Open 2010.
Considerem-se avisados.
beijo
busycat

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Holyday mood exarcerbado

Pela visualização do Estoril Open...

beijo
busycat

quinta-feira, 29 de abril de 2010

No news is basically no news

O facto de não haverem updates em busycat x-5 só quer dizer que a balança se avariou pelo que resultados só domingo ou segunda (quando for para casa----de férias----).

Eu sei que ontem deu o Barcelona-Inter (não esquecer de cuscar o estádio).
Eu sei que domingo há um Porto-Benfica (André acho bem que não vás ao jogo, perdemos o único que viste!).
Mas neste momento estou mais num Estoril Open mood (uma semana, só falta uma semana!!).

beijo
busycat

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Paris: je t'aime

Louvre*

O meu colega RF foi a Paris. Uma semana. Voo a preço da chuva (e como ela tem caído). Estadia à borla. Entrada em todos os museus sem pagar ou a metade do preço (pela idade inferior a 26). Acho que melhor só com guia incluído...

A descrição tem sido absolutamente idílica. Muitas vistas, muitas histórias e muitas muitas gargalhadas, principalmente porque o francês dele é completamente deplorável e após duas semanas de ensino intensivo só de aprendeu um ''je besoin d'aller aux toilet'' e um '' je suis trés heureux d'etre ici'' a custo e com uma pronúncia muito engraçada.

Uma semana de frequentes ''un croissant'', ''deux croissant'' aprendeu a dizer ''aux chocolat'' e não é que em Paris não existem ''croissants aux chocolat'' e ele passou uma vergonhaça na pastelaria!! Lindo!

Desde que voltou tem sido só rir, pena que temos muito trabalho e não dá para contar tudo direitinho, mas eu sou (muito) paciente. Aguardam-se os vídeos e as fotos (só 900).

Beijo
busycat


*Foi daqui que veio a minha prenda: Em francês!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Deolinda ou uma das noites mais bem passadas no TAGV

Sexta-feira, 12 de Dezembro, Deolinda no Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra pelas 21e30.
Plano: Trabalhar, arranjar o pc, arranjar-me, fazer as malas, jantar, ir ao concerto, ir para casa de fim de semana.
Realidade: Dia de cão, o sr do pc está de férias, tomar banho para recuperar o fôlego, estender 15 minutinhos na cama para relaxar os músculos hipertrofiados do stress, adormecer por uma hora, acordar completamente estremunhada sem saber as horas ou o dia da semana ou onde estou, perceber definitivamente que estou atrasadíssima, correr para fazer as malas, arranjar-me e jantar, sair mesmo no tempo previsto (com loiça do jantar lavada e tudo, que as colegas de casa não são minhas empregadas), desfrutar de uma noite espectacular e fazer uma viagem descansadíssima, sem sono (bendita sesta forçada) acompanhada por uma lua cheia extraordinariamente bela...
O concerto em si, foi maravilhoso. As músicas, que ao vivo são tão cativantes como no cd (quando se canta mesmo, acontecem destas coisas), as introduções engraçadas antes de cada uma delas, as músicas que não estavam no cd e as suas letras cómicas (Fado do Notário em cujo amor acaba com dois selos e um carimbo na testa do notário, ou o Quando Janto em Restaurante), os encores, as saídas e reentradas no palco as diversas ovações a cada saída e nova entrada, deu para cantar, rir, e até dançar um bocadinho. A sala estava muito bem composta por espécimes do sexo masculino e feminino, novos e velhos, bem vestidos e maltrapilhos, giros acompanhados pelas respectivas e feios sozinhos como eu ou em grupos de feios, mas uma coisa é certa, duvido que alguém não tenha gostado.
Eu adorei.
beijo
busycat

sábado, 18 de outubro de 2008

Londres 29-9 a 3-10

Em altura de latada (logo eu que sou mais menina de queima e até nem bebo) só me apetece fazer brindes. A meio de um post sobre Londres, que agora me parece muito enfadonho, mudo de estratégia e até já me saem as ideias sem grande esforço. Então façamos assim: um brinde pelas coisas boas, e pelas coisas menos boas um ainda mais sentido que no final é mesmo á nossa...

Um brinde ao despertador ás 4 da manha, um brinde ás viagens cheias de indicações para o aeroporto de Sá Carneiro, um brinde ao estacionamento mesmo á saída do aeroporto em que uma semana foram 43,20 euros, um brinde aos atrasos da ryanair que nos permitiram fixar duas raparigas portuguesas que foram e vieram nos mesmos voos que nós, um brinde á minha primeira viagem de avião (que eu adorei, a pips nem tanto), um brinde ao aeroporto de Stanstead e á sua politica de segurança*, um brinde á viagem de autocarro até Londres que permitiu uma soneca, um brinde aos italianos que iam no autocarro que nos acordaram com a lista de nomes de monumentos á medida que os íamos vislumbrando e um brinde á estação de Victoria onde o meu sonho começou.

Um brinde ao Oyster (o passe para metro e autocarro), um brinde ao metro (o nosso tube) que nos proporcionou boas viagens até aos mais variados destinos na maioria bem acompanhadas, um brinde á estação mais perto do nosso hotel (queensway) que tinha a Estelle á nossa espera, um brinde ás nossas intermináveis caminhadas, um brinde ás minha sapatilhas que me permitiram fazê-las sem grande incómodo, brinde para as sapatilhas das pips que nos fizeram a vida negra (mais os pés dela), um grande brinde ao nosso quarto que era minúsculo mas tinha casa de banho (onde o descanso era institivo), um brinde ao meu itinerário e guia American Express que falhou em quase tudo, um brinde ao mapa da Pips que nos salvou de vir a pé até Portugal á procura de qualquer coisa que procurássemos (eu e o meu sentido de orientação desligado) e um brinde ao primeiro almoço ás 3 da tarde.


Um brinde á construção típica de Londres (que também fazia parte do meu imaginário), um brinde aos parques da cidade que são dignos de nota (andámos pelo Hyde, pelo St. James, pelo Reagent's e pelo Green Park e ainda pelos Kensington Gardens), um brinde aos esquilos que por lá andam e não têm medo nenhum de nós, um brinde ás igrejas que são mesmo imponentes (a Westminster Abbey, a St Paul's Cathedral, a Southwark Cathedral que tocava ás 7e meia da noite, entre outras que nem sabemos o nome e a St Paul's Church em Covent Garden onde encontrámos os bancos mais adoráveis.

Um brinde aos museus e galerias de arte, um brinde á National Gallery onde vimos 700 anos de pintura, ao British Museum onde vimos mais de 15 múmias e outros milhares de coisas originais, oriundas de todo o globo, ao Science Museum onde vimos: the science and art of medicine, veterinary history, glimpses of medical history e psychology: mind your head, onde só faltou ver mais 41 salas,



(Mapa do Museu da Ciência)

(Clicar na imagem para a ver maior)


ao Natural History Museum onde vimos The Power Within (sismos e afins), os Dinossaurs e a Human Biology disto:



(Mapa do Museu da Historia Natural)

(Clicar na imagem para a ver maior)


Um brinde ao Madame Tussaud's, onde passei uma manhã muito bem passada com as celebridades do momento e não só, um brinde ao Sherlock Holmes e á sua casa tão igual a si mesma (fictícia), um brinde ao melhor croissant que eu já comi, a caminho do metro de Edgware Road (isso ou a fome com que eu já estava), um brinde ao Shakespeare's Globe Theatre tão diferente e tão igual, um brinde á University College of London o único sitio onde não me senti mal vestida, um brinde á British Library que ao pé de St Pancras foi uma desilusão, um brinde ao London Eye onde concluí que pelas pessoas certas faço tudo, até ultrapasso medos enraizados, um brinde ao Nelson rodeado por leões em Trafalgar Square, um brinde a Eros no final da Piccadilly e os seus ecrãns gigantes (can hardly wait to go to NY) e um grande brinde a Chinatown.


Um brinde ao Big Ben que está em todo o lado, um brinde ao Buckingham Palace e ao render da guarda com toda a sua pompa e circunstância, um brinde á Tower of London que completou todo o meu imaginário em relação aos livros que li e leio sobre reis e rainhas ingleses, um brinde ás pontes que ligam as margens do Tamisa, nenhuma das quais abriu para deixar um barco passar e ainda um brinde ás lojas e mercados que visitei (o Harrods, o Harvey Nichols, o Hamleys, o Selfridges, o Mercado de Covent Garden, Lojas de Portobello Road, Lojas de Carnaby Street e Livrarias por todo o lado procurando algo em particular).

Um brinde aos pasteis de nata no Rappalo's em Londres, e ao José o manager tuga desse rest. em Victoria Station e as suas também tugas colaboradoras que lhe chamam a atenção dizendo: ''Oh josé. Vai lá que a chinesa quer comer!'' Foi um fim em grande para um sonho.

Por tudo isto e muito mais que não tenho palavras para descrever brindemos á nossa/a minha primeira incursão num sonho.

*que cheirou os liquidos inferiores a 100ml que nos permitiam levar e viu as meias da pips...

E porque há coisas que merecem muito mais que um brinde fica o sentidíssimo obrigado á Amiga Pips pela paciência, atenção, incentivo, paciência, tolerância, boa vontade, paciência, perspicácia, mapa, guarda chuva, paciência, amizade, companheirismo e já disse paciência?

beijo

busycat